Você Conhece O Valor do NÃO?
Vamos juntos nessa aventura de ver o “não” como uma palavra poderosa!
Oi, meus sobrinhos! Aqui é a Titia, sua amiga de todas as horas, trazendo uma reflexão que, olha, vai fazer vocês rirem e pensarem ao mesmo tempo. Vamos falar sobre um pequeno, mas poderoso, palavrinha: "não".
Vocês já perceberam como o "não" andou perdendo o valor por aí? Parece que tem gente que acha que ele virou sinônimo de "talvez", "vamos ver" ou até "quem sabe mais tarde". Ah, me faça o favor! 🤦♀ Gente, “não” é “não”, e ponto final! É tipo quando você pede um pedaço de bolo de chocolate e alguém diz que só tem de cenoura. A resposta é um sonoro “NÃO, OBRIGADA!”.
Sabe, eu passei anos na minha vida sendo a pessoa boazinha, aquela que sempre dizia “sim”. Era a rainha do “deixa eu agradar todo mundo”. Resultado? Me metia em cada enrascada que eu só não pedia uma medalha de sofredora porque não tinha como pagar! Fui pra terapia, ganhei coragem e decidi que, da próxima vez que alguém perguntasse se eu queria ir naquele evento chato, eu falaria “não” sem medo do julgamento. Que emancipação, hein? Liberte-se, povo!
Mas, oh, o universo me proporciona uma reviravolta, e eu descubro que, justo agora que aprendi a usar a palavra “não”, aparece essa nova realidade: a consequência do “não”! O que é isso, Brasil? Eu não estou falando só de relacionamentos, não. É no trabalho também! Tipo, seu chefe pergunta se você pode trabalhar no final de semana e você responde: “Não, meu bem, não vou.” E ele vem com o “mas, mas, mas...” Ai, que vontade de gritar! 😱
Eu explico pra vocês, tá? Quando eu falo “não”, não estou dizendo que não gosto ou que não quero fazer nada. Estou simplesmente mostrando que poderia ser de outra forma. Tipo, se você me convidar pra sair e eu disser “não”, isso não significa que eu não gosto de você, ok? Só não estou a fim de sair daquele dia. Se eu quisesse ir, teria aceito, mas não... então, já era!
E tem questões bem sérias também, viu? Tem gente que gosta de testar os limites dos outros, achando que o “não” deles é uma sugestão. Como se eu dissesse: "Ei, sobrinhos, não me ofereçam cenoura!" E você ainda tenta me convencer com um “mas a cenoura é saudável”! Olha, meu amigo, “não” é “não”, e “cenoura” é só um palpite ruim.
Então, vamos lá, vamos aprender a ouvir o “não” dos outros. Aceitem esse “não” e respeitem! Que tal? A empatia tem que ser mútua, minha gente! Não vamos brincar de fazer birra ou tentar enganar os outros. Vamos respeitar a vontade dos nossos semelhantes, porque no final, a vida é feita de escolhas e muitas dessas escolhas envolvem um delicioso e categórico “não”.
Vamos juntos nessa aventura de ver o “não” como uma palavra poderosa! Alguém se arrisca a mudar o conceito? Estou aqui, cheia de amor e riso, pronta para ajudar! Agora, deixem o drama de lado e vamos celebrar nosso direito de dizer “não”! 🎉💁♀
Beijinhos da Titia!
Edna Loreto

Médica Veterinária
Colunista
Apresentadora
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