Por que a Cura é Verde?
Não é Poesia, é Física
Vocês já pararam para pensar por que a gente se sente tão bem no meio do mato? Ou por que, instintivamente, associamos a cor verde à saúde e à esperança?
Como veterinária, passei a vida usando roupas cirúrgicas verdes ou azuis. A gente aprende na faculdade que é para "descansar os olhos" do vermelho do sangue. Mas hoje, a ficha caiu num nível muito mais profundo. O verde não é só uma tinta. O verde é uma frequência.
Na física, o verde está exatamente no centro do arco-íris. Ele é o ponto de equilíbrio perfeito entre o calor e o frio, entre a agitação e a sedação. É o "ponto zero". E tem mais: a ciência estuda uma frequência específica, chamada 528 Hz, conhecida como a "Frequência da Reparação". Visualmente, essa vibração se manifesta como um "verde amarelado" brilhante. Coincidência? Nenhuma. É a cor do broto nascendo. É a cor da clorofila, que pega a luz do sol e transforma em vida pura.

Então, quando a gente diz que a natureza cura, não é metáfora. É biologia quântica. Olhar para uma árvore é receber um banho de luz numa frequência que manda as suas células se acalmarem e se regenerarem. É fazer um "reset" no sistema.
No fim das contas, a "farmácia" mais potente do mundo não tem balcão nem caixinha. Ela é a céu aberto, é verde e vibra na frequência do amor. A gente só precisa parar, olhar e deixar a luz entrar.
Edna Loreto

Médica Veterinária
Colunista
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