Dopamina ou Drama: O Que Você Está Injetando Na Nossa Relação?
Fiquem na frequência da atitude!
Eu estava reparando... Na minha vivência aprendi que a gente precisa saber a hora de ouvir os especialistas. E hoje, sob as recomendações sábias do meu terapeuta gato — o Roger, que além de entender tudo da mente, tem uma presença que alinha qualquer campo vibracional — decidi que era hora de vir aqui falar com vocês. Ele me deu o empurrãozinho necessário, e quando um homem com essa autoridade fala, a gente processa e transmite a frequência.
Queridos sobrinhos, candidatos a um lugar ao sol (ou no meu lençol): escutem bem o que a Titia vai falar. Nós queremos um namorado, um homem, um parceiro de crime e de prazer — não um filho para criar. Não estou disponível para abraçar seus dramas existenciais mal resolvidos ou ser o depósito das suas frustrações. Minha agenda de problemas diários já é um ecossistema complexo e eu não pretendo adicionar nenhuma espécie invasora a ela. Aqueles machos que chegam cheios de atitude, mas na primeira dificuldade ligam o modo "oh, vida cruel", causam um efeito imediato na gente: repulsa neuroquímica.
O cortisol sobe, o interesse desce e a última coisa que eu sinto vibrar em mim é o instinto de Madre Tereza. Minha frequência está sintonizada na abundância, e carência não entra no meu radar. Para deixar os hormônios de uma mulher em ebulição e fazer a ocitocina transbordar, atitude é o único caminho. Menos drama e mais ação. Menos queixa e mais presença. É a proatividade e a segurança que liberam nossos feromônios e mantêm nossa atenção capturada.
Mulher bem resolvida não é salvadora; ela é o prêmio para quem sabe conduzir a própria vida com vigor. Querem ganhar o jogo? Então alinhem esses chacras, assumam as rédeas e lembrem-se: o que nos seduz é a força, não a queixa. Fiquem na frequência da atitude!
Edna Loreto

Médica Veterinária
Colunista
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